Nossos bonequinhos e carrinhos de infância tinham um único propósito, que nunca era explícito na embalagem: quebrar. Eles serviam para que a gente brincasse e quebrasse mesmo, sem dó. Éra
mos crianças.
A versão adulta disso são as miniaturas. Action figures com articulações precisas e conjuntos de acessórios detalhadíssimos, esculpidos à perfeição. Ou então estátuas e bustos bem maiores e mais impressionantes, que chegam para ocupar um espaço de destaque na sala de estar que está decorada e mobiliada com as coisas que compramos com nosso próprio dinheiro suado de adulto – ou com o que sobra dele.
Isso para não falar das miniaturas de carros, que trocam o exagero "radical" dos Hot Wheels pelo detalhamento exigido por um fã de automobilismo. Volantes que operam os eixos, recriação fiel do escapamento e do chassi e todo pedigree de uma Ferrari real, apenas em escala 1:43.
A versão adulta disso são as miniaturas. Action figures com articulações precisas e conjuntos de acessórios detalhadíssimos, esculpidos à perfeição. Ou então estátuas e bustos bem maiores e mais impressionantes, que chegam para ocupar um espaço de destaque na sala de estar que está decorada e mobiliada com as coisas que compramos com nosso próprio dinheiro suado de adulto – ou com o que sobra dele.
Isso para não falar das miniaturas de carros, que trocam o exagero "radical" dos Hot Wheels pelo detalhamento exigido por um fã de automobilismo. Volantes que operam os eixos, recriação fiel do escapamento e do chassi e todo pedigree de uma Ferrari real, apenas em escala 1:43.

Nenhum comentário:
Postar um comentário